25 de março de 2020

NUNCA FOI TÃO DEPRESSA NOITE NESTE BAIRRO


Sindicato de Poesia muito em breve em sua casa. 🎧
Os poemas e os sons das nossas vidas.
Online no sábado, dia 28 de Março.
(com Ana Arqueiro, Ana Gabriela Macedo, António Durães, Daniel Pereira, Eduardo Jorge Madureira, Fernando Coelho, Gaspar Machado, Manuela Martinez, Marta Catarino e Sofia Saldanha que também sonorizou a viagem)




O Sindicato de Poesia apresenta
Nunca foi tão depressa noite neste bairro

Em tempos de recolhimento e distanciamento social o Sindicato de Poesia apresenta um recital de bolso para usar em casa: “Nunca foi tão depressa noite neste bairro.“
Uma sessão poética sonora, que mistura as palavras dos poetas com sons do quotidiano de um mundo que continua a girar, mas que por estes dias anda certamente mais silencioso.
Um recital que numa noite qualquer imaginária, coloca o Sindicato numa praça esvaziada de gente e de tempo, que o senta num dos bancos da praça e o faz olhar em volta. Que o leva citar poemas e poetas que tem tatuados nos braços e, por momentos, por trinta minutos, o corpo da praça volta a ser povoado, torna a ser livro e viagem, versos e sons, sombras e fantasmas.
Este recital está disponível em streaming e para download a partir de sábado, dia 28 de Março 2020 aqui:



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Poemas:
Caminha para dentro dos cercos de Daniel Faria dito por Ana Arqueiro e com voz de Giuseppe Pirisi
[Som de Daria Corrias gravado durante a quarentena em Roma, Itália 2020:

Poema quotidiano de Ruy Belo dito por Fernando Coelho

O Guardador de Rebanhos – XXI de Alberto Caeiro dito por Daniel Pereira

[início de] Lusitânia no Bairro Latino de António Nobre dito por António Durães

Hino à Razão de Antero de Quental dito por Daniel Pereira

Notícia de Mário Cesariny dito por Sofia Saldanha

Meditações numa emergência de Frank O’Hara dito por Marta Catarino
Tradução de Marta Catarino

Oh as casas as casas as casas de Ruy Belo dito por Manuela Martinez

Amavam-se ambos muito. – Ela à noite roubava de Fradique Mendes (Jaime Batalha Reis) dito por Sofia Saldanha

Com um brilhozinho nos olhos  de Sérgio Godinho dito por Ana Gabriela Macedo

Cinco Horas de Mário de Sá-Carneiro dito por Eduardo Jorge Madureira

Esplanada de Manuel António Pina dito por Gaspar Machado

Epílogo de Jorge Sousa Braga dito por Sofia Saldanha



Selecção de textos: Sindicato de Poesia
Produção e Sonorização: Sofia Saldanha
Agradecimentos: Daria Corrias [Rai Radio 3 | Tre Soldi], Giuseppe Pirisi e Rádio Universitária do Minho (João Rebelo)

O Sindicato de Poesia é uma Associação Cultural que desde Outubro de 1996 trabalha o acto performativo de dizer poesia.
Há um ano, nas comemorações do Dia da Poesia, o Sindicato estava na sua cidade natal, em quatro locais distintos e em quatro horários sequenciais, multiplicando-se em quatro recitais, somando quase quatro horas de poesia celebratória.
Este ano os acontecimentos que todos lamentamos, impediu-nos de estar na Biblioteca de Ponte de Lima e no Mosteiro de Tibães.

Também por isso estamos aqui. Num outro formato, com alguns dias de atraso, mas presentes.

7 de dezembro de 2019

POR DENTRO DA DISTÂNCIA PERCORRIDA

Alguns poemas de algumas canções de José Mário Branco, dia 16 de dezembro, às 21h30, no Museu Nogueira da Silva










10 de abril de 2019

malditos do século: PECADOS E VIRTUDES

malditos do século: os pecados e as virtudes - 

FÉ?



8 de abril de 2019

NOTICIAS DO BLOQUEIO

"Notícias do bloqueio", Museu Nogueira da Silva, dia 12 de abril às 21.30.

Na comemoração dos 50 anos da Crise Académica de Coimbra, um recital de poesia sobre a revolta - a de então e a de agora.
"Tu lhes dirás do coração o que sofremos nos dias que embranquecem os cabelos..."Apenas poetas em língua portuguesa, os de então, os de agora e os de sempre, desde Alexandre O'Neill e Natália Correia a Tolentino Mendonça e Clarice Lispector.
Textos ditos por: Ana Gabriela Macedo, Dalila Monteiro, Daniel Pereira, Estefânia Surreira, Fernando Coelho, Joana Vilaverde, Lília Cunha, Manuela Martinez e Marta Catarino. Música ao vivo de Daniel Pereira.
Vamos partilhar palavras de desencanto, fúria, indignação, mas também de esperança.

O recital enquadra-se na iniciativa promovida por Civitas Braga - Associação de Defesa e Promoção dos Direitos dos Cidadãos, Fundação Bracara Augusta, Vice-Reitoria da Universidade do Minho e Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva que assinalam com um conjunto de eventos a Crise Académica de Coimbra de 1969.