10 de abril de 2017

DE GARFO E CANETA, I, II e III

Organizados pelo Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães, "De gerfo e caneta - escritas à mesa"  Sindicato participou nas três sessões.
Na primeira, em Junho, houve ementa com cardápio e tudo;



Na segunda, a 7 de Janeiro, nspirada nos textos (poesia, crónica, ficção) de Teixeira de Pascoaes, Camilo, Ramalho, Jorge de Sena, António Gedeão e outros autores contemporâneos, não esquecendo alguma poesia inspirada pela quadra que estamos a viver (Natal e Reis);





Na terceira, em Abril (8) de 2017, com os textos de Couto Viana e José Quitério, entre outros, sobre as tradições pascais;




26 de março de 2017

COMO UMA PEDRA A ROLAR


Nos dias 24 e 25 de março, comemorando o Dia Mundial da Poesia e no âmbito do festival de ação poética e artística urbana "Carmen in Urbe", o Sindicato de Poesia apresenta "Como uma pedra a rolar", um recital sobre as palavras de Bob Dylan. Para lá (ou para cá) da música, as palavras. Prémio Nobel da Literatura em 2016, o cantautor partilha a sua visão, por vezes satírica, sempre acutilante, sobre a consciência norte-amerciana contemporânea. O Sindicato contribui para essa partilha, com palavras feitas para serem ouvidas, com ou sem música, e que são poesia em si só.


No Juno Café, Rua do Anjo nº49, dia 24 às 22h e 23h30, dia 25 às 22h. Com Brendan Hemsworth, Dalila Monteiro, Gaspar Machado, Joana Vilaverde, José Manuel Tarroso Gomes e Marta Catarino. Direção de António Durães.



























15 de junho de 2016

brevemente - EMENTA PARA SÁBADO DEZOITO DE JUNHO NO MOSTEIRO DE TIBÃES

RECITAL
EMENTA PARA SÁBADO, DIA 18 de JUNHO







SOPAS:

CALDO VERDE, António Manuel Couto Viana (in Bom Garfo & Bom Copo) – AA
CANJA E ARROZ COM FAVAS, Eça de Queirós (in A Cidade e as Serras) – TODOS

SALADAS:

SALADA PRIMITIVA, Conde de Monsaraz (in Musa Alentejana) – AD

PEIXES:

MADRIGAL DO PEIXE FRESCO, Vasco Graça Moura (in Poesia 1997/2000) – GM
SARDINHAS MARIA LUÍSA, Francisco Gomes de Amorim (in Receitas para Gastrónomos Requintados: Inventadas e Executadas por Distintos Artistas e Escritores Portugueses) – AD

CARNES:

DOBRADA À MODA DO PORTO, Álvaro de Campos (in Poesias de Álvaro de Campos) – MC
POSTA BARROSÃ, Amadeu Torres (in Pré-cardápio poetogastronómico alto-minhoto) – AA

DOCES:

OS DOCES, Abel Salazar (in Recordações do Minho Arcaico) – GM
LEITE-CREME, Ana Luísa Amaral (in Epopeias) – AA

FRUTAS:

NATUREZA MORTA COM FRUTOS, Eugénio de Andrade (in Poesia) – MC
FRUTOS, Eugénio de Andrade (in Poesia) – AD
CEREJAS, Egito Gonçalves (in O Pêndulo Afectivo. Antologia Poética 1950-1990) – AA

ALMOÇO CAMPRESTRE, João Penha (in O Canto do Cysne) – TODOS





Sindicato de Poesia
18 de Junho de 2016

Ana Arqueiro, António Durães, Gaspar Machado, Marta Catarino

MANHÃ Á NOITE


BREVEMENTE - UM BILHETE PARA MUDAR A VIDA


O SINDICATO DE POESIA (COM A UBATI) APRESENTA

UM BILHETE PARA MUDAR A VIDA
- textos sobre teatro e outras bizarrias

dias 5 e 6 de Julho
no Museu Nogueira da Silva
às 21h30

com:
Ana Arqueiro
António Durães
Estefania Surreira
Francisco Areias
Gaby Barros
Gaspar Machado
João Figueiredo
Luis Barroso
Marta Catarino
Sofia Saldanha
e
Adelina Gomes
Armanda Queiroz
Fernanda Bacelar
José Bernardino
José Faria
Lucinda Rosa
Maria do Alívio
Maria José Rua
Natália Catarino
Regina Oliveira
Tininha Nogueira

Quem escreve poeticamente sobre teatro, nunca escreve, realmente, sobre teatro. Escreve a partir da experiência que pensa que sofreu. Escreve sobre a espuma dessa voz que pensa que escutou e sobre o sopro da linguagem dos corpos na cena, que supõe ter visto.
Escreve sobre o desejo de fixar essa sensação, como se a sua maior ou menos impressiva singularidade, fizesse dela o exemplo absoluto, a única experiência equacionável. E é-o, sem dúvida. Para quem a escreve. Por isso, o poema teatral é sobre a memória dessa experiência e não já sobre o teatro em si. O poema é a sombra da ideia que se exibe frente ao espelho. É a reflexão dessa sombra, a fantasmização multiplicada desse objecto.
Como quando o Sindicato fez ekphrasis. Era, também aí, a poesia a debruçar-se sobre a ideia da pintura para além da pintura e dos pintores; ou quando fez matiné das duas, com a poesia a projectar-se no espaço, como se fosse cinema. Era poesia, sim, mas era igualmente luz. Ou sobretudo.
Para esta experiência juntámo-nos a uma equipa sénior. Somamos anos aos nossos anos. Se o Sindicato tem vinte, estes nossos amigos têm, junto connosco, umas quatrocentas vezes mais. Como o teatro, aliás, uma das mais vetustas linguagens. Como Shakespeare, esse autor de que festejamos um aniversário redondo.
Com eles, estamos prontos. Prontos para aprender.
O corpo disponível, activado. A boca aquecida.
Não temos pano de boca para abrir, nem um palco onde fazer a função.
Mas para quê usar essas ferramentas quando sabemos que é a linguagem que se exibe e as diz? Só precisamos dessa avenida. Da avenida da linguagem. De mais nada, afinal.

antonioduraes



ALINHAMENTO

Na cerimónia da puberdade feminina – Herberto Helder

rosencrantz, episódio dramático - António Franco Alexandre

The Waste Land, 1922 (fragmento) - t.s. eliot

in etc, 1974 - Herberto Helder

Ofélia - Alexandre O’Neill

Autoractor - Mário Cesariny

Monólogo de uma actriz enquanto se maquilha - Bertolt Brecht


Alguns Dólares sobre Teatro e outras notas menores – Gonçalo M Tavares